sábado, 29 de janeiro de 2011
Abertura de novo espaço
Frank and Hall's Stuff
quarta-feira, 1 de setembro de 2010
O Início, o meio e o fim.
Começou no dia do halloween numa época instável da minha vida e surgiu como um escape ao mundo em redor. O objectivo era simples – Partilhar a minha paixão pelo Cinema. Cinema este que desde pequeno se infiltrou na minha vida e todas as pessoas que me conhecem um pouco sabem do gosto e do saber que partilho desta arte.
Como tal o nome, Cinema as my World, surgiu na perspectiva de ver o Cinema como o meu mundo pois, o Cinema sempre foi e será algo de muito importante na minha vida mas nunca será a minha vida. Como tal, sempre esteve presente em importantes estágios da minha jovem vida.
Hoje, 1 de Setembro de 2010, chega ao fim. Houve alturas que ponderei esta situação e hoje chega mesmo ao fim. Entre a falta de empenho e tempo, a principal razão pelo seu encerramento é porque já sinto que não necessito de partilhar a minha opinião com o mundo (internet, pronto!).
Para trás, deixo grandes amizades e grandes conhecimentos que adquiri nesta viagem durante quase 11 meses e espero ter sido uma fiável voz na minha opinião e, portanto, encerro assim um capítulo da minha vida.
Deixo assim, a promessa que continuarei a adorar o Cinema como antes e a vê-lo como a Arte que sempre foi, é e será. E por muitas definições que dicionários terão, Cinema nunca poderá ser definido e, como tal, que continue a ser a voz universal que sempre será!
Até sempre e um dia talvez voltarei!
Bruno Cunha
terça-feira, 31 de agosto de 2010
domingo, 29 de agosto de 2010
Fight Club (1999)
quarta-feira, 25 de agosto de 2010
Toy Story 3 (2010)
Toy Story 3
Enquanto filmes como O Rei Leão ou Wall-E (Crítica aqui) surgem como os melhores filmes de animação, a minha resposta, evidentemente, recairia em Toy Story. Toy Story é mais que o melhor filme de animação de sempre, é o filme da minha infância. Um filme que define sonhos e vidas e carrega uma enorme nostalgia aos tempos de criança.
O pedaço de história de os bonecos ganharam vida é deveras original e encantador. Enquanto o dono dos bonecos cresce, desde a sua infância (No primeiro capítulo) até ao tempo de ir para a faculdade (Neste terceiro capítulo), os bonecos prevalecem ao tempo, e os únicos sinais de velhice são mesmo estragos de um próspero passado onde Andy (O Dono) brincava com eles. Agora, neste terceiro capítulo, os bonecos são doados a uma creche por engano e vêem-se inquietos em relação ao seu futuro.
Toy Story, além do filme nostálgico que é, aparte da extrema fiabilidade ao recontar uma história de brinquedos com vida, Toy Story é um filme sobre amizade, aliás, é um filme sobre como ser um bom amigo. É aqui que a genialidade da Pixar se concentra nesta obra com eterno e sublime valor misturando comédia, tristeza, amor, generosidade, entre tantos outros.
E posso dizer que sem ser o melhor filme da trilogia, foi um dos filmes que mais me deixou alegre em ir ver ao cinema pois é uma trilogia que soube como começar (O primeiro capítulo é inefável) e soube encerrar, perfeitamente, com este capítulo, uma das melhores trilogias de sempre da sétima arte.
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
David Fincher e o Oscar buzz
David Fincher é um génio. É um dos meus realizadores preferidos e já conta na sua filmografia obras sublimes como Fight Club, Zodiac, Se7en (Crítica aqui), entre outros. Fincher é, na sua essência, um realizador com grande poder narrativo e com argumentos sólidos e o seu novo projecto que se avizinha, The Social Network, espero que seja mais uma obra regular do realizador que até hoje não me desiludiu com nenhum filme.
sábado, 21 de agosto de 2010
Cidade de Deus (2002)
City of God – Cidade de Deus
“Se correr, o bicho pega. Se ficar, o bicho come.”
Cidade de Deus conta a história dessa mesma cidade e das suas favelas.
City of God é um retrato sociológico às favelas do Brasil e esmiúças e expõe a sua face violenta, cruel e mais que tudo, verdadeira. É impossível não gostar da obra-prima de Fernando Meirelles! Apesar de pensar que deixei muito que falar, este filme, deixa-me sem palavras!
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
Toda a gente fala disto…
e não é de admirar, afinal, é Darren Aronofsky e acho que todos sabem que ele é sinónimo de obras fenomenais como Requiem for a Dream (Crítica aqui) e The Wrestler (Crítica aqui).
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Wanted (2008)
Timur Bekmambetov, um realizador apenas conhecido por uma saga de dois filmes de terror, é transportado para o cerne dos blockbusters de Verão ao realizador esta estupenda e extremamente irrealista obra sobre uma fraternidade com poderes que agem consoante o destino.
Ora, a vida é real e como tal na arte há lugar para o irrealismo e como tal esta obra situa-se nisso mesmo – Extremamente irrealista mas, por outro lado, extremamente viciante e carregada de adrenalina. Pode não oferecer mais que mero entretenimento e uma lição de vida para simplesmente não estarmos parados no sofá mas é assegurado o melhor entretenimento carregado de acção, adrenalina e tiros curvados!
“So, What the fuck have you done lately?”
terça-feira, 17 de agosto de 2010
Citizen Kane (1941)
Citizen Kane – O Mundo a Seus Pés
Por muitos apelidado como o melhor filme de sempre, Citizen Kane relata-nos a história do magnata Charles Foster Kane desde a sua infância até à sua morte, através de entrevistas e relatos de pessoas relacionadas com Kane de forma a desvendar o mistério por detrás da sua última palavra pronunciada enquanto vivo – Rosebud.
O Mundo a seus pés, vencedor do Óscar de Melhor Argumento Original recai sobre as duas melhores características do filme – O genial e complexo argumento escrito por Herman J. Mankiewicz e Orson Welles e, por sua vez, o esforçado empenho de Welles visto ter escrito, produzido, interpretado e dirigido por este mesmo.
Citizen Kane também recai no simbolismo perante aquela época e perante a personagem principal – Os amores e desamores, o poder, o dinheiro, a imprensa americana e a constante procura de amor e fuga da solidão. Afinal, todo o filme é um registo completo e sublime de uma época e sentimentos e da procura do amor e fuga de solidão pois por mais poder ou fortuna que tenhamos ou percamos, todos nós recaímos sobre isto mesmo.
Sucintamente, sem ser o melhor filme de sempre, Citizen Kane é mesmo um retrato fidedigno de uma sociedade e de trabalho esforçado mas faltava algo mais para atingir a sua reputação perante a crítica.
sábado, 14 de agosto de 2010
- Heartless (2009)
Heartless foi o grande vencedor do Fantasporto 2010, a partir daí, o filme de Philip Ridley deixou de ser um desconhecido na blogosfera. Um filme com traços distintos de independente que decorre totalmente paralelo aos paradigmas hollywoodescos.
O filme situa-se na Londres de hoje, uma Londres com lugares abafados pela criminalidade e repletos de gangues. Lá, Jamie (Jim Sturgess), um rapaz com uma marcas de nascença visíveis, vive sem perceber como o mundo funciona, ele tenta compreender mas não consegue, até que um dia um gangue assassina a sua mãe e ele terá a oportunidade de fazer um acordo com um homem que age em prol da violência e do caos e assim ele ficará, a seu ver, bonito (sem as marcas de nascença) mas o grande problema será que ele terá que matar pessoas a fim de preservar a sua chamada beleza.
O que a sinopse indica pode ser interpretado de diversas formas. Simbolismos. A mais óbvia, contudo, não é a do filme. Este, percorre os limites da sanidade de um Homem através dos seus medos, paixões, revoltas, reflexões, paranóias, etc.
Mais que uma película gore, Heartless de Ridley que, já agora, conta com boas interpretações, com uma fotografia aprazível e com uma marcante banda sonora, Heartless revela-se um filme de paranóias e visões de sociedades. Não digo que Heartless seja um retrato social mas do que retrata é fidedigno. E aí foi o que a fita de Heartless venceu pois assumiu-se mais que um filme tecnicamente competente e mais que um filme de terror, Heartless é um filme com história.
Aj: ”Do you know what life really is, Jamie? A meaningless pile of shitty chaos.
Accepting it - that's the real bravery. To know that nothing means anything
and still wanna get out of fucking bed. "God's will"! There is no God.”Jamie: “If there's no God then there's no force of good and that means that there can't be evil. And there's definitely evil.”
- I’m Back
Hoje, mais exactamente ontem, regressei de Roma. Regressei de umas férias pesadas com quilómetros percorridos debaixo de temperaturas de 40º e de dormidas em aeroportos. Hoje, recomeço a actividade no blog e, gradualmente, viso o funcionamento normal deste local.
Ah, regressei com uma t-shirt do Hard Rock Cafe.
sábado, 31 de julho de 2010
- António Feio, um orgulho português
António Feio, faleceu aos 55 anos a 29 de Julho de 2010, foi, a meu ver, um dos poucos orgulhos portugueses no campo da representação e, com certeza, que o seu trabalho irá ser mencionado às gerações futuras como uma carreira incompleta mas qualitativa.
terça-feira, 27 de julho de 2010
The Twilight Saga: Eclipse (2010)
The Twilight Saga: Eclipse
Longe de ser agredido pelo hype envolvente e exagerado. Longe de ser um fã histérico que leu toda a saga, tem todos os acessórios e longe de pertencer a uma Team( É verdade, existe a Team Edward e Team Jacob), eu vi Eclipse, aliás, vi todos os filmes da saga e revi. Enfim, lá estava eu no dia de estreia para ver o mais recente capítulo.
A história, situa-se logo após o último capítulo, New Moon (Crítica aqui) e, basicamente, a única evolução na história é que Bella responde ao pedido de casamento e Vitória arranja um exército de recém vampiros a fim de assassinar Bella, tudo isto prolongado por duas horas de filme.
Incontornavelmente mais fraco a nível de argumento, Eclipse safa-se pela melhoria (Não significa que estejam bons) do desempenho dos actores e pelas cenas de acção que conferem ao filme um ambiente menos ambíguo. De resto, tem uma fotografia razoável uma banda sonora aprazível e muito mas muito pop marketing.
É, provavelmente, o melhor da saga mas nem por isso significa necessariamente que seja bom.
sábado, 24 de julho de 2010
- Inception (2010)
Inception – A Origem
Christopher Nolan há muitos filmes atrás que me fez render à sua visão alusiva às massas mas sem nunca perder o talento que tanto se pronuncia nas suas obras. Se por um lado apresenta filmes de cariz fantástico tais como os Batman (The Dark Knight crítica aqui), por outro lado, apresenta nas suas obras a metafísica, o estudo do ser ou da realidade e que se apresenta em obras como Memento(Crítica aqui) e, mais recentemente, Inception.
Inception que deveria chamar-se Implantação e não Origem, viaja pelos lugares mais recônditos do ser humano – os sonhos. Se por um lado, existem pessoas denominadas extractores que extraem informações dos sonhos, agora estes deparam-se com uma implantação de uma ideia numa pessoa. Afinal, de acordo com o filme, a ideia é o parasita mais resiliente, uma ideia simples é capaz de criar cidade, de mudar todas as regras do mundo.
Então, o filme começa. Começa com uma penetrante sonoplastia envolvente nas ondas do mar. De repente, já nos vemos envoltos em sonhos e memórias. Descobrimos sonhos dentro de sonhos, partilha de sonhos e extracções de sonhos. Uma ideia de Nolan que se tornou em algo complexo. Complexo e espectacular. Sim, se por um lado, temos uma história muito bem escrita e organizada e actores muito bem orquestrados, por outro, temos vários aspectos técnicos que nos deixam completamente agarrados à cadeira. Mas é nisso que se pode encontrar uma falha em Inception – acção. Passo a explicar, Inception tinha tudo para se tornar uma obra-prima, e falha ao apelidar como blockbuster, afinal, se não houvesse tantas explosões e cenas desse campo(Eu não me importo mas os júris é que são como são), Nolan teria aqui o próximo vencedor dos festivais que se aproximam, assim, vamos ver se o seu espaço criativo e engenhoso dos sonhos e realidades e ilusões consiga vencer pois como Nolan não há, um realizador capaz de entreter e oferecer-nos história merecedoras de serem contadas ao público e dignas de obras-primas.
quinta-feira, 22 de julho de 2010
- Sim, já vi.
Como óbvio, lá estava eu na primeira sessão em Aveiro para ver o filme do Verão – Inception. Um veredicto mais completo irá chegar mas por agora tenho a dizer que cumpre as expectativas, como sempre Nolan nos habituou.
terça-feira, 20 de julho de 2010
- Flash News
A partir de hoje, até ao final da primeira semana de Agosto, estou oficialmente de férias, isto significa inactividade do blog quase por completo mas irei visitar os blogs comuns algumas vezes.
Cumprimentos, abraços e boas férias também.
- City Island (2009)
City Island – Segredos à Medida
City Island é um filme sem pretensões de algo refrescante ou algo novo mas, no entanto, esculpe uma comédia sólida que esmiúça por completo uma família aparentemente normal e oferece-nos assim um bom momento a desfrutar neste filme acompanhado de uma sátira a tudo o que estiver à frente, acompanhado com boas interpretações.
sábado, 17 de julho de 2010
- El Secreto de sus Ojos (2009)
The Secret in their eyes – O Segredo dos seus olhos
Quando em Março de 2010, na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, ocorreu uma das maiores surpresas da noite – El Secreto de sus Ojos de Juan José Campanella recebe o Óscar contrariando assim o favoritismo das outras fitas nomeadas.
O Segredo dos seus olhos conta-nos uma história de 1975 onde uma mulher é violada e morta violentamente. Nesse caso, Benjamín Espósito (Ricardo Darín) fica encarregue do caso. Entretanto, o filme balança entre 1975 e 1999 onde Espósito escreve um romance e relembra-se da caça ao homem que viveu em 1975.
Quando vi o vencedor desta categoria, fiquei estupefacto. Agora compreendo o valor desta mesma obra e do prémio que, dignamente, recebeu. O filme, carrega valores extremamente intensos como a paixão e a dor. Entretanto, notamos que o filme desenrola-se com uma suave e notável banda sonora a par de uma acolhedora fotografia e de uma realização deveras extraordinária. Aliás, quando surgimos numa visão por cima de um estádio de futebol, a percorrer os jogadores pela nuca e, com o seu tempo, situamo-nos junto dos dois protagonistas a tentarem descobrir o assassino que dá lugar a uma perseguição e, julgando na íntegra este momento, é fabuloso. E aí surge uma grande diferença neste thriller convencional – O caso fica resolvido na primeira hora do filme.
Campanella realizada assim um filme no meio termo entre Hollywood e independente, com marcas de cada um mas sempre com um traço distinto do realizador que nos dita um thriller espantoso, tanto a nível técnico como artístico, com actores brilhantes, com uma banda sonora competente, com uma fotografia acolhedora e uma história sem falhas e viciante, El Secreto de sus Ojos vinga a esmiuçar todas as personagens, todos os seus valores, todos os seus sentimentos, e é aqui que reside algo sublime que não se esconde dos nossos olhos.
sexta-feira, 16 de julho de 2010
- Superbad (2007)
Superbad junta teen actores com futuro com uma história teen tudo isto no cerne da juventude americana e todos os seus problemas com renegados e populares, com inteligentes e menos inteligentes, com álcool ou sem álcool. Tudo isto junto no meio de tantas trapalhadas e acasos, Super Baldas oferece-nos uma comédia competente e um retrato hiperbólico(ou não) da sociedade jovem e, em parte, adulta americana.