domingo, 31 de janeiro de 2010

- Já vi: Next (Sem Alternativa)

 
Next

Ora aqui está uma obra que me suscitou interesse. Datada de 2007, finalmente deu na TVI visto que já tinha visto nos canais TvCine.
Next - Sem Altrernativa conta-nos a história de um mágico, Cris Johnson (Nicolas Cage) ou como o seu nome artístico - Frank Cadillac.
Frank Cadillac esconde um dom, um dom que o faz antever o seu próximo futuro de dois minutos mas, apenas do seu futuro, até que vê numa visão Liz (Jessica Biel) esta visão era de um futuro próximo mas não era sobre si nem sobre os seus 2 minutos seguintes. 
Entretanto, descobre Liz mas, ao mesmo tempo, desaparece uma ogiva nuclear e, a agente FBI Callie Ferris (Julianne Moore) irá procurar a ajuda de Cadillac.
Next é um produto com algum interesse nomeadamente o dom de Cadillac, embora mal aproveitado com mangas para (muito) muito mais,assim, Next revela-se um projecto de menor interesse não, maioritariamente, devido ao seu potencial desperdiçado, mas sim ao seu fraco desempenho por parte dos protagonistas, nomeadamente Moore que se apresenta arrogante e a típica bad cop, pelos maus efeitos especiais e pelo seu grande argumento cliché.

Enfim, Next revela-se um típico filme de Domingo à tarde em que vê-se para passar o tempo e sem estar muito atento aos seus promenores.
Já que é a segunda vez que o visionei, decido dar nota positiva pois decidi disfrutar do grande dom de Cadillac e deixar um pouco os promenores de fora.


Tagline: "Here is the thing about the future. Every time you look at, it changes, because you looked at it, and that changes everything else."

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010

- Já vi: Invictus

 
Invictus
Foi como vencedor de um passatempo Relâmpago do Split Screen que fui o grande felizardo e tive oportunidade de visionar a nova obra de Clint Eastwood no dia da sua estreia. Uma vez mais, obrigado Split Screen!
 

Invictus é um filme biográfico desde a ascensão ao poder por Nelson Mandela (Morgan Freeman) e a sua objectividade quanto ao Mundial de Rugby em 1995 realizado na África do Sul na qual Mandela pretendia unir o país, afastar os tempos de apartheid, revolta e discriminação e abraçar um novo País provido de perdão e que procura a grandeza.
A sua ajuda será o capitão da (até aquele momento) fracassada selecção da África do Sul, chamado Francois Pienaar (Matt Damon). Agora, a África do Sul irá tentar de tudo para conseguir unir o país através do desporto, através do rugby.
 
Que irei dizer deste filme? O que irei dizer da grandiosa fábula que Mandela, ou melhor Freeman(diferenças?), tenta transmitir ao povo e que transcende a tela?
A força de vontade, a grandeza, o perdão, o arrependimento, a solidariedade, tudo está explícito neste filme que mostra os dois lados do país, a riqueza e a pobreza, crua e nua, tal como ela é.
 

O filme apresenta-se sublime em grandes pontos, a sua fotografia, simples( complexa, por vezes) e eficaz, interpretações de louvar e uma óptima mas mesmo óptima e bem adequada banda sonora que nos puxa para dentro da tela, puxa-nos para dentro daquela época, faz-nos viver o momento.
Existem momentos que estão maravilhosamente captados, o momento de treinarem os miúdos dos sítio pobres, ou a grande final captada em slow-motion...

Um grande ponto deste filme é que ele não se foca num só propósito, não, Eastwood leva as câmaras mais além, com estas foca o Mundial, filma Mandela, foca o seu propósito, filme a equipa, foca a sua bravura e determinação, filme o staff de Mandela, foca o seu regime e tentativa de tornar as coisas como esperado e filme o resto do país e foca a sua vida, foca a sua vontade e desvontade, foca o seu perdão e seu arrependimento e foca, principalmente, a união de um país.

Tagline:" I thank whatever gods may be / For my unconquerable soul. / I am the master of my fate / I am the captain of my soul." 

 

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

- A Falsidade dos Números...




Como já circula pelo Mundo da 7ª arte e arredores, Avatar é o filme mais rentável de sempre, será?
Muitos dizem que James Cameron lutava contra James Cameron
Titanic(obra sublime do realizador), a obra que foi destronada pela obra sucessora do mesmo realizador, James Cameron, pôs, literalmente, Cameron na história. Mas porquê na história do Cinema? Existem várias razões para qual (embora não seja fã do seu trabalho) mas não pela rentibilidade, pois, como já veio a público, os números são "falsos", não na sua veracidade mas sim na aplicação da época pois numa época que os bilhetes custam mais e ainda se aplica o 3D é óbvio que as receitas disparem.
Assim, veio à ribalta a lista dos filmes mais rentáveis de sempre pressupondo que são todos aplicado ao mesmo preço de bilhete e à taxa de inflação. 
Agora, Avatar não surge em primeiro mas em 30º e Titanic em 6º lugar e que, curiosamente, é o único filme dos últimos 25 anos a figurar na lista dos mais rentáveis. E até a Branca de Neve e os sete anões (1937) ultrapassa Avatar e figura no 10º lugar da tabela, sendo o filme mais rentável de sempre Gone with the Wind (1939) que nos dias de hoje as suas receitas aplicariam-se a 1500 milhões.

Portanto, resumindo e concluindo, Avatar está longe de ser o filme mais rentável de sempre e, figura no top dos mais caros de sempre, de resto, Avatar pouco mais fez história.

Avatar (crítica aqui)

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

- "Amizades Fermentadas...Expressões Eloquentes": Sherlock Holmes


Sherlock Holmes

O detective Sherlock Holmes e o seu leal parceiro Watson encontram o seu último desafio. Revelando habilidades de luta tão letais quanto o seu lendário intelecto, Holmes vai lutar como nunca para derrubar um novo inimigo, Blackwood, e desvendar uma conspiração mortal que pode destruir o país.

Texto: Cinema Ptgate


E com o novo Sherlock Holmes inicio uma iniciativa conjunta com a minha melhor amiga, Carlinha, responsável pelo ainda muito novo blog Sweet Summer.
Embora com menos tempo, mais coisas virão, ou pelo menos, mais esforço farei para virem mais coisas.
Com o teste intermédio de matemática à porta, decidimos visionar o novo Sherlock Holmes.


Um novo Sherlock Holmes fora do seu esterótipo, digo estereótipo pois como os livros de Sir Doyle indicam, Holmes é um amante de artes marciais, gadgets(ainda que antiquados agora) e do seu famoso cachimbo, mas o seu estereótipo tornou-o num homem meticuloso(embora sempre o fora), com um cachimbo na mão e com um sobretudo meio esverdeado e com um chapéu de duas palas. Não digo que este Sherlock Holmes(o de Guy Ritchie) seja melhor, mas claramente diferente.

 

Downey Jr. um dos mais carismáticos actores contemporâneos dá vida a este renovado Holmes mais divertido, lutador e desastroso.
Downey Jr. juntamente com Jude Law dão vida a Holmes e Watson, respectivamente, e fazem em conjunto uma das melhores químicas e trabalho de equipa do ano. Mas por si só não brilha. O ambiente de Londres está espectacularmente concebido e juntamente com a referida química dos protagonistas, formam o ponto alto do filme embora nenhuma das personagens brilhe por si só.



A fita peca na sua tentativa de imitar a acção padrão de Hollywood, sem dar asas nem focar demasiado o ser meticuloso de Holmes sem a sua extraordinária inteligência, estes pontos estão lá, mas não da forma correcto sendo que o espectador procura a acção e não as qualidades de Holmes. Obviamente não sou esse espectador, sou um espectador mais difícil e que procuro inteligência num filme. Sherlock Holmes é um produto que poderia ter brilhado mas não o fez.
O argumento é um pouco espalhado sendo que o entretenimento é a palavra chave.
Enfim, Sherlock Holmes é um produto que requer uma melhorada sequela embora este encha as medidas, Holmes precisa de voltar e mostrar-se muito melhor concluindo assim que Downey Jr. não merecia o Globo mas com certeza é uma personagem que torna-se vibrante num filme agradável em que, como já referi, a palavra chave é entretenimento.


Tagline: "Holmes, does your depravity know no bounds?" 







Crítica Sweet Summer



Numa nova abordagem ao mais famoso personagem de Arthur Conan Doyle, "Sherlock Holmes" (Robert Downey Jr.) o detective e o seu leal parceiro Watson (Jude Law), encontram o seu último desafio, envolvendo-se numa batalha contra o crime em Inglaterra.

Revelando habilidades de luta tão letais quanto o seu lendário intelecto, Holmes vai lutar como nunca para derrubar um novo inimigo, Lord Blackwood (Mark Strong), e desvendar uma conspiração mortl, com assassinatos violentos ligados a rituais, que pode destruir o país. 


Conta com personagens misteriosas e reveladoras como Irene Adler (Rachel McAdams) e Inspector Lestrade (Eddie Marsan). Direcção e Realização de Guy Ritchie. 
Num filme recheado de mistério, mentira, traição e conspiração, o bem prevalece uma vez mais. Apesar do retrato psicológico de Sherlock Holmes ter-se modificado radicalmente, alterando o génio intelectual para o detective sempre dependente do seu fiel Watson em todas as encruzilhadas da missão. 



Revela-se, na minha opinião, um filme razoavelmente bom, proporciona bons momentos de gargalhada, acção bem doseada e boas interpretações (principalmente da parte dos protagonistas), senhor de um argumento inesperado mas não forte conseguindo ser até um pouco enfadonho, peca apenas por alguns erros de montagem de cenas. Não é dos melhores que já visionei, mas contudo agradou-me.

Tagline: “Madame, I need you to remain calm and trust me, I’m a professional. Beneath this pillow lies the key to my release.”








segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

- "Amizades Fermentadas...Expressões Eloquentes"


Ainda a falar da iniciativa conjunta com a minha melhor amiga, Carlinha, venho dizer que a obra escolhida para iniciar foi Sherlock Holmes e que irei publicar amanhã a minha crítica, contudo no blog Sweet Summer já está disponível a crítica, passem lá o olho.

Abraço
Bruno Cunha
 Vinculado à Iniciativa:


 

- Já vi: Control


Control

Sou daquelas pessoas que a escrever ou a concentrar-me em algo que requer essa mesma atenção não ouço música, ou melhor, prefiro o silêncio. Contudo, aqui vou falar de Control acerca do vocalista da banda Joy Divison - Ian Curtis.
E assim saliento que esta crítica é escrita ao som de Love will tear us apart e Disorder.
 


Control é uma biopic, (eu adoro biopics), do carismático vocalista dos Joy Divison, Ian Curtis, e Control não se foca na banda mas sim nesta personagem desde o seu começo no mundo da Música até ao seu trágico suicídio.
Mas antes de chegar a esse momento, Control centra-se na personagem, segue-a, vigia-a, espia-a, mostra o seu começo de vida amorosa juntamente com Debbie (Samanth Morton),da conciliação com a Música e, posteriormente, com a sua amante, Annika (Alexandra Maria Lara); mostra o início da epilepsia, mostra a sua ascensão, mostra o seu mundo mas mais do que isto tudo, Control foca-se nos sentimentos cruéis de Ian Curtis e da sua curta vida. Mostra-a como foi na tela- curta.
 


Control. Controla-te. Controla-os.
Sam Riley e sua performance mostra que melhor que ele só Curtis, o preto e o branco mostram a cores a vida triste de Ian.
Banda sonora espectacular assim como os planos do filme magestrosamente planeados, fotografia espectacular e transmissores da vida de Ian e do seu papel secundário numa vida injusta e enganosa.
Control prolifera a nossa mente no vazio, transcende da tela e mostra-nos a vida miserável que nos pode abastecer a casa minuto que passa.





Control não podia ser melhor. Disorder era a sua vida, amor era dividido.
Monólogos da sua vida eram espectacularmente concebidos.
Enfim, Control é uma obra apelidade de melhor do ano e memorável, contudo apelido-a das melhores de sempre.
No fim(?), embora a música deles denomina-se She Lost Control,o filme mostra Ian curtis e He lost Control.


Tagline: "The past is now part of my future,The present is well out of hand "






DVD adquirido na colecção Ipsilon II

domingo, 24 de janeiro de 2010

- Já vi: The Last House on the Left (A última casa à esquerda)



The Last House on the Left

O que faz de The Last House on the Left uma obra marcante da década no Cinema de Terror?
O filme é o remake, ou reboot, do famoso The Last House on the Left datado de 1972, contudo o remake apresenta-se muito bom.

 


Quando uma rapariga, Sadie (Riki Lindhome), é caçada por um grupo de criminosos e , literalmente,torturada, o seu único objectivo é conseguir voltar à sua casa do lago para o encontro dos seus pais, John (Tony Goldwyn) e Emma (Monica Potter) Collingwood, sem saber que os criminosos encontram-se precisamente na casa dos seus pais como hóspedes. Agora, chegou a hora da vingança...
 


The last House on the left revelou-se mais um "agradável" filme  na companhia das minhas amigas Carlinha e Ana.
O filme, revelou-se mais que um filme de Terror, pois disso não tinha muito, mas sim algo deliciante em relação à tortura e à redução, completa, ao nosso estado primitivo, ou seja, o Homem no seu estado mais "puro" e animal.
O remake demonstra algo incomum nos outros filmes do género- história.
Uma boa história acompanhada de um decente argumento onde peca apenas na sua transgressão para a tela que falha por óbvios clichés. Clichés esses que se revelam, maioritariamente, na caracterização, não que seja má ou pouco credível, mas pouco "solúvel" ao nosso olhar.
 


Assim, The Last House on the Left revelou-se um remake de sucesso, obstante à obra original que não visionei, que com a companhia e ambiente certo proporcionam momentos de cortar a respiração ou decadência(num bom sentido) mental, hipoteticamente.
O remake mostra-nos até que ponto somos capazes de ir quando alguém fere os nossos ente-queridos e muito explicitamente.



Tagline:"It's the last house on the left if case you forgot".


Ana - 6/10

Carlinha - 7.5/10

 






sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

- I'm Here

I'm Here é a nova curta-metragem do realizador Where the Wild things are, Spike Jonze, e trata-se de uma história de amor entre robôs.

quinta-feira, 21 de janeiro de 2010

Iniciativa - "Amizades Fermentadas.Expressões Eloquentes"



Embora a disponiblidade se revele menor ao desejado, os próximos meses serão recheados de novas Iniciativas.
É com essa deixa que vos apresento uma iniciativa levada a cabo por Cinema as my World e o recente e ainda em contrução blog Sweet Summer.
O blog Sweet Summer pertence à minha grande amiga, Carlinha ,que curiosamente amanhã está de parabéns, e juntamente com ela mesma, iremos iniciar várias críticas às várias artes tais como o Cinema, Música e/ou Literatura.

Uma iniciativa a seguir nos próximos tempos!

quarta-feira, 20 de janeiro de 2010

- Antevisão: Inception





A minha grande vontade era este poster ser intitulado "Já vi", o que significaria a visualização desta maravilhosa, espero eu, obra de Christopher Nolan.
Após sucessos como The Dark Knight, Nolan regressa ao género um pouco mais abstractro e desalinhado que mostrou em obras como Memento(crítica aqui) e The Prestige (crítica aqui).
Assim, resta-me deliciar com o trailer e esperar que o filme não desiluda, as expectativas vão e alta pois até agora só recebi boas surpresas de Nolan, o pior, o pior é esperar....

terça-feira, 19 de janeiro de 2010

- Já vi: Annie Hall

Annie Hall
Woody Allen é um génio Cinematográfico que de pequeno só mesmo a sua altura. 
Por muitos considerada a sua obra-prima, Annie Hall, não me passou ao lado.
Sou grande fã de Woody Allen, o seu lado neurótico e, por vezes, excêntrico sempre me deu razões para sorrir e os seus filmes sempre ultrapassaram as minhas expectativas.
Não há dúvida que (500) Days of Summer(crítica aqui) foi uma inspiração deste filme, embora adaptada à cultura pop dos dias de hoje. Annie Hall destaca-se no género e na cinematografia de Allen.

 


Alvy Singer (Woody Allen) é um comediante neurótico com uma visão pessimista da Vida que, após vários insucessos amorosos, descobre Annie Hall (Diane Keaton) uma actriz/cantora. Agora, a câmara focaliza as suas vidas em conjunto e, eventualmente, as suas peripécias em Nova Iorque(principalmente).


Annie Hall destaca-se pelo trabalho notável de Allen à frente e atrás das câmaras. 
Interpretações, banda sonora, narrativa, tudo está espectacularmente concebido nesta obra datada de 1997. 
Woody Allen critica, sulblimemente, a sociedade contemporânea, o constante amor e desamoro, a influência da sociedade numa relação, acompanha desde o iníco até ao fim uma pacata relação que aparece no meio das vidas de duas pessoas e que após o seu término procedem com a sua vida; Annie Hall é assim mesmo, uma crítica profunda, ou será mesmo superficial (?), da sociedade em nosso redor.
 

Annie Hall explora os nossos comportamentos heterogéneos que muitas vezes ditados pela sociedade ou pelo amor, como um amigo meu escreveu "Amor e realidade não combinam. Definitivamente", aqui a chave do amor não é a realidade mas a própria conformização da relação com a realidade e da sua exploração, eventualmente. A complexidade do nosso comportamente também é aqui revista e Allen transcende-se assim para a tela para um indivíduo que mais se parece a si mesmo e a prova foi a peça de teatro escrita no próprio filme que nos simboliza isso mesmo.
 

Enfim, Annie Hall não se revela um projecto de perfeição mas também não era esse o seu propósito, a fita tem assim um destaque no género dramedia e no subconsciente de cada um face à relação.
Mais que uma comédia romântica e/ou a crítica à Relação hoje em dia, Annie Hall reflecte uma das maiores procuras da nossa vida - verdadeiro amor.



Tagline:"That sex was the most fun I've ever had without laughing." 

"There's an old joke - um... two elderly women are at a Catskill mountain resort, and one of 'em says, "Boy, the food at this place is really terrible." The other one says, "Yeah, I know; and such small portions." Well, that's essentially how I feel about life - full of loneliness, and misery, and suffering, and unhappiness, and it's all over much too quickly. The... the other important joke, for me, is one that's usually attributed to Groucho Marx; but, I think it appears originally in Freud's "Wit and Its Relation to the Unconscious," and it goes like this - I'm paraphrasing - um, "I would never want to belong to any club that would have someone like me for a member." That's the key joke of my adult life, in terms of my relationships with women."

 




 

segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

- Golden Globe Awards, um ano de surpresas...


 
Realizou-se uma das mais importantes cerimónias Cinematográficas e possíveis indicadoras aos Óscares, falo dos Golden Globes que este ano nos rechearam de surpresas (in)desejadas.

 

Melhor Filme Drama
  • Avatar
Perante os outros nomeados, Avatar era para mim a escolha mais óbvia em relação a mainstream, no entanto a menos merecida em questões de qualidade. Não digo que Avatar seja desprovido de qualidade, mas um filme não pode ser o melhor do ano sem conter uma boa história, um filme rege-se pelos aspectos técnicos mas a verdadeira essência é a capacidade de contar uma história.
 
Melhor Filme Estrangeiro
  • The White Ribbon (Alemanha)
Era este ou O Profeta, embora este DEVE ser superior.

Melhor Filme de Animação
  • Up
Acho que era o vencedor de qualquer maneira, embora tivesse fortes candidatos. 
 

Melhor Filme Comédia/Musical
  • The Hangover
Boa escolha, embora o meu preferido fosse, inconstestavelmente, (500) Days of Summer(crítica aqui). Esta escolha também poderá ditar que Nine não será o filme que muitos esperavam !?
 
Melhor Actriz Drama
  • Sandra Bullock, The Blind Side
Admito que não vi nenhum filme referente às nomeações da Melhor Actriz no género de drama, no entanto, Bullock era a preferida, além de um recheado ano, dizem que a sua performance em The Blind Side está maravilhosa.
 
Melhor Actor Drama
  • Jeff Bridges, Crazy Heart
Esta escolha desiludiu-me um pouco, não por Bridges ter sido o vencedor, mas devido ao facto de ter perdido para Clooney e Firth. Ambos, de acordo com a imprensa, eram detentores da interpretações de uma vida...

Melhor Actor Comédia/Musical
  • Robert Downey Jr., Sherlock Holmes
Adoro Robert Downey Jr., um actor provido de um carisma indescritível, no entanto dizem que a sua prestação não foi o que se esperava e que a sua nomeação era mais figurativa, se é verdade ou não, ele venceu.
 
Melhor Actriz Comédia/Musical
  • Meryl Streep, Julie & Julia
Meryl Streep enfrentava Meryl Streep e só uma podia vencer - Meryl Streep!
 
Melhor Realizador
  • James Cameron, Avatar
Avatar estava um espectáculo em consideração aos aspectos técnicos, o que lhe dá direito ao Globo de Melhor Realizador(mas não de melhor filme), no entanto Tarantino merecia-o...
 
Melhor Actriz Secundária

  • Monique, Precious        
 A preferida era Vera Farmiga, no entanto, foi (mais) uma surpresa.                                                                                               

Melhor Actor Secundário

  • Christoph Waltz, Inglourious Basterds 
O vencedor, para quê mais nomeados?
 

Melhor Argumento

  • Jason Reitman & Sheldon Turner, Up in the Air

Acredito que o argumento de Up in the Air esteja bastante competente, no entanto, os Sacanas mereciam este prémio (Tarantino é sempre esquecido nesta cerimónias a não ser os Mtv Movie Awards :)
 
Melhor Banda Sonora

  • Michael Giacchino, Up
Melhor Canção Original
  • “The Weary Kind,” Crazy Heart 





Assim passou-me mais uma cerimónia, sempre contraditória à opinião pública, agora resta esperar pelos Óscares.
Ver lista completa aqui.

domingo, 17 de janeiro de 2010

- Já vi: Speed (Perigo em Alta Velocidade)


Speed

Este é um daqueles filmes de Domingo à tarde que não se vê muito cuidadosamente e apenas retira-se aquilo que apresenta maioritariamente - entretenimento. 

Jack (Keanu Reeves) é um agente da polícia que se vê arrastado para um ajuste de contas com Howard Payne (Dennis Hopper), um bombista, que falha um ataque devido à intervenção de Jack.

 

Agora, Payne, que se pensava morto, volta aos ataques e depois de explodir um autocarro, ameaça outro autocarro que depois de ultrapassar as 50 milhas não poderá reduzir a velocidade ou irá explodir. Assim, Jack fará de tudo para impedir que o autocarro expluda e salvar a vida dos passageiros a bordo.

Speed não é uma obra significante nem com boas interpretações ou cenários, é uma obra que se restringe a explosões, tiros e muito entretenimento. Cliché e falta de racionalidade será com certeza palavras a serem adoptadas por esta fita realizada por Jan de Bont e datada de 1994.

Tagline:"All right, pop quiz"

 

sábado, 16 de janeiro de 2010

- Já vi : Sleepy Hollow (A Lenda do cavaleiro sem cabeça)


Sleepy Hollow

Inicio a minha crítica ao demonstrar o meu extremo desagrado que tive por esta fita, não pela sua falta de qualidade, mas pelo facto de ficar aquém das expectativas. O cinema burtonesco está presente no filme mas o resto falha um pouco.
 


Estamos no século 18, Ichabod Crane (Johnny Depp) é um investigador que é chamado a Sleepy Hollow, uma vila sombria no meio dos bosques, para investigar três decapitações despotelados pelo lendário Cavaleiro Sem Cabeça, há muito desaparecido.
Ichabod irá tentar descobrir o assassino ou se é mesmo o Cavaleiro e irá descobrir uma verdade escondida pelos habitantes da vila, tais como Baltus Van Tassel (Michael Gambon), Katrina (Christina Ricci) ou Brom Van Brunt (Casper Van Dien).
O que se parecia uma "simples" carnificina, irá despertar um maior segredo.
 


Sleepy Hollow desiludiu-me, como já disse, não pela falta de qualidade mas sim pela sua ausência em algumas partes. Clichés no argumento é desapontante, Depp não se apresenta nada de especial (e eu acho-o um brilhante actor), banda sonora não muito significativa embora, por vezes, esteja boa, e o Terror ou o Fantástico tem, devo dizer, pouco terror e "fantacismo".
Enfim, Sleepy Hollow desilude por vir de quem vem e pela falta de surpresa. Isto é um exemplo de como as expectativas em alta alteram resultados das fitas.


Tagline:"The Horseman comes. And tonight he comes for you"