terça-feira, 8 de dezembro de 2009

Já vi - Inglourious Basterds


Inglourious Basterds
Nesta tristonha tarde tive a oportunidade de visionar a recente obra do único Quentin Tarantino.
A obra, como quase todas as do realizador, revelou-se excepcional e uma das melhores fitas do ano.
O filme narra a história num passado paralelo ao nosso e situa-se nos anos 40 durante a ocupação na Europa, mais precisamente da França, de III Reich.
Aí assiste-se a um assassinato de uma familía em que a filha mais velha, Shosanna(Mélanie Laurent), foi a única sobrevivente das mãos do "caçador de judeus", Hans Lanz(Christoph Waltz). A história avança uns anos e apresenta Shohanna agora mais matura e sofrida, dona de um cinema e ao mesmo tempo, uma nova rebelião inicia-se intitulada "Os Bastardos" com uma única finalidade - matar Nazis.
No cinema, Shosanna conhece um (promissor)soldado alemão que, se apaixona por ela e convence o realizador do seu recente filme a exibi-lo no cinema de Shosanna. Assim, com tudo preparada para a noite de apresentação, "Os bastardos" cientes de várias pessoas importantes presentes nessa exibição (incluindo o próprio Hitler), prepara uma emboscada a fim de os matar, enquanto, Shosanna prepara também a sua vingança. Assim, "Os bastardos" com a ajuda de uma actriz(Diane Kruger), entram no cinema e aí haverá o inesperado final em conjunto.
No final, veremos quem sobrevive e quem morre e assistimos a um "belo" filme que, embora tenha o mesmo final que a história do nosso mundo, o seu final e os seus métodos são bastante mais "sacanados" e divertidos a fim de nos proporcionar a queda dos Nazis ao mais alto nível.
O filme revela-se soberbo em vários pontos tais como a maravilhosa banda sonora e as maravilhosas interpretações com especial destaque para Brad Pitt, Christoph Waltz, entre outros que estão bastante bem. 
O guarda-roupa está acima da média assim como a boa realização de Tarantino que nos oferece uma obra um pouco fora do seu estilo em história e em época mas que presencia lá todas as suas características tal como a grande explosão de sangue ou os efeitos em slow-motion.
Enfim, Inglorious Basterds revela-se um dos melhores da década e do ano, mas a pergunta a qual prentendo resposta: "Será o melhor do ano?"

Tagline: "I think this might be my masterpiece".
 


 

10 comentários:

Tiago Ramos disse...

Um dos melhores filmes do ano!

Jackie Brown disse...

Respondo-te já: Claro que sim! O melhor do ano de certeza, e o melhor do século até agora.
Resta saber se será o melhor de Tarantino...

Abraço

Nekas disse...

Tiago Ramos, com certeza!

Rui, ainda tenho as minhas dúvidas acerca de ser o melhor do século...
Mas sei certamente que não é a melhor obra de Tarantino, esse lugar é de Pulp Fiction...

Abraço

Cleber P. Eldridge disse...

Quentin Tarantino demorou a me convencer, acho Kill Bill péssimo em todos os sentidos. Ok, esperei muito por este e não me decepcionei um ótimo filme tanto quanto o também ótimo Pulp Fiction, claro que prefiro o primeiro.

Cristiano Contreiras disse...

Filme que nasceu clássico, contundente!

Nekas disse...

Cleber, Quentin Tarantino é uma realizador original com obras originais...

Cristiano, concordo!

Abraços

Fifeco (Filipe Ferraz Coutinho) disse...

Damos a mesma pontução. Subscrevo que é um dos melhores do ano. Quanto a mim, apenas é destronado por Curious Case of BB e Changeling.

Abraço

Nekas disse...

Fifeco(Filipe se permites), é um dos melhores do ano, contudo Carius Case of BB foi dos nomeados do ano anterior e este poderá aparecer na celebração a realizar-se no início do próximo ano...
Na minha opinião "Basterds" perde em relação a Curious Case of BB e em relação a Gran Torino...

Abraço

Fifeco (Filipe Ferraz Coutinho) disse...

Sim, permito claro :p

É verdade sem dúvida. E será certamente nomeado para os galardões principais. Melhor filme parece-me uma evidência, assim como melhor actor secundário (?) para Waltz.

Quanto a mim perde para BB e Changeling.

Abraço

Nekas disse...

Filipe, acredito que nesses duas irá certamente ser nomeado assim como na categoria do argumento...

Abraço